Luana Araújo: saiba quem é a infectologista que depôs na CPI

“Infelizmente, por tudo que vem acontecendo, por essa polarização esdrúxula, essa politização incabível, os melhores talentos que temos para trabalhar nessas áreas não estavam exatamente à disposição”, afirmou a médica aos senadores.

Luana Araújo: saiba quem é a infectologista que depôs na CPI

Médica se formou na UFRJ, tem mestrado na universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, e é a primeira brasileira a receber a prestigiosa Bolsa Sommer.

“Infelizmente, por tudo que vem acontecendo, por essa polarização esdrúxula, essa politização incabível, os melhores talentos que temos para trabalhar nessas áreas não estavam exatamente à disposição”, afirmou a médica aos senadores.


  • Thaís Carla, militante pela autoaceitação e da sociedade com corpos gordos
  • Militante pela autoaceitação e aceitação da sociedade com corpos gordos, Thaís Carla tomou a primeira dose da vacina contra a covid-19 na metade de maio. Pelo plano de vacinação do governo federal, pessoas com comorbidades comprovadas têm direito a se vacinarem, e a lista inclui aquelas com IMC acima de 40. Em entrevista exclusiva à Marie Claire, Thaís fala sobre a sensação de estar parcialmente imunizada contra a doença em meio a pandemia no Brasil, que já deixou mais de 510 mil mortos até agora.”É um alívio e, ao mesmo tempo, um desejo de que todos brasileiros possam ter a mesma sensação e que não demore tanto, afinal, temos até aqui mais de 500 mil mortes e sabemos que muitas poderiam ter sido evitadas caso houvesse uma melhor gestão da compra e distribuição das vacinas para todos”, diz.A influenciadora aproveita a chance para encorajar pessoas com o IMC acima de 40 a buscarem o direito de vacinação apesar da gordofobia que podem enfrentar no sistema de saúde. “A escolha não é algo fácil, mas é também política. Sabemos que nossos corpos não são comportados em vários espaços, inclusive os médicos e hospitalares, onde as macas não suportam nosso peso, os equipamentos não são adequados, o tratamento é desumanizante etc. Então, tomar a vacina é não só preciso, como urgente. É necessário que eu esteja bem para seguir trabalhando, cuidando das minhas filhas, vivendo e fazendo o que tenho feito, que é criar conteúdo sobre como podemos ter corpos diferentes do padrão existente e, ainda assim, sermos saudáveis”, reflete.