Winston Churchill
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Sir Winston Leonard Spencer-Churchill, KGOMCH, TD, DLFRSRA (Woodstock, 30 de novembro de 1874 – Londres24 de janeiro de 1965) foi um político conservador e estadista britânico, famoso principalmente por sua atuação como primeiro-ministro do Reino Unido durante a Segunda Guerra Mundial. Ele foi primeiro-ministro britânico por duas vezes (19401945 e 19511955). Orador e estadista notável, ele também foi oficial do Exército Britânicohistoriadorescritor e artista.

Durante sua carreira no exército, Churchill pôde assistir à ação militar na Índia britânica, no Sudão e na Segunda Guerra dos Bôeres (1899-1902). Ganhou fama e notoriedade como correspondente de guerra através dos livros que escreveu, descrevendo as campanhas militares. Ele serviu brevemente no Exército britânico na Frente Ocidental, durante a Primeira Guerra Mundial (1914-1918), comandando o 6.º Batalhão dos Fuzileiros Reais Escoceses.[1]

Ele é o único primeiro-ministro britânico a ter recebido

De parentesco britânico e americano, Churchill nasceu em Oxfordshire em uma família da nobreza britânica, da família do duque de Marlborough. A sua mãe, Jennie Jerome, era uma socialite americana, o seu pai, Lorde Randolph Churchill, foi um carismático político conservador, tendo servido como Chanceler do Tesouro e como Presidente da Câmara dos Comuns.[2] Antes de alcançar o cargo de primeiro-ministro britânico, Churchill esteve em cargos proeminentes na política do Reino Unido por quatro décadas. A sua carreira política foi marcada pela sua eleição como parlamentar pelo partido conservador em 1900; a sua ascensão a secretário para os Assuntos Internos em 1910; a sua estadia na Secretaria do Tesouro do Reino Unido entre 1924 e 1929 e os seus dois períodos como primeiro-ministro do Reino Unido.[3]

Amplamente considerado como um dos homens mais significativos da História do Reino Unido e uma das figuras mais importantes do século XX, Churchill continua a ser popular no Reino Unido e no mundo ocidental, onde é visto como um líder extremamente inteligente que levou a vitória do Reino Unido e dos países aliados na Segunda Guerra Mundial e desempenhou um papel fundamental no combate ao fascismo europeu.[4] Por um lado, foi elogiado por seus diversos livros escritos, sobretudo sobre as Memórias da Segunda Guerra Mundial, que o levou a receber o Prêmio Nobel de Literatura.[5] Por outro lado, também foi fortemente criticado por seus opositores, devido aos seus comentários imperialistas sobre raça, bem como a sua aprovação de violações de direitos humanos na supressão de movimentos que procuravam se voltar contra o Reino Unido, como no caso da independência da Índia.[6] Em 2002, ele foi eleito pela BBC como o maior britânico de todos os tempos.[7]


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