Editorial

A incompetência repousa na Receita Federal05/09/21

Em 2020 nunca tinha ouvido falar de Paulo Guedes, mas a campanha para a presidência chegou, e junto, os  incultos, e personagens bizarras. O presidente eleito, para toda pergunta desconfortável, logo redirecionava está, para Paulo Guedes, vulgo “posto Ypiranga”. 

O eleitor eterno iludido das soluções fáceis, pensava, bom este Paulo Guedes será certamente, uma peça fundamental, nas enormes soluções de problemas que persistem na República. Como antivoto, votamos contra a corrupção plena, instalada no governo do PT, que coletivamente julgamos culpado. A vida que segue agora, é com um “Messias” eleito, nos parecia colírio para os olhos desatentos.

Pulamos assim, agora, já em vista grossa, diversas ações não correspondidas frente as expectativas do modo operante do governante federal. Ministros trocados fartamente, equívocos em quantidade avassaladora, até que um caminhão, com placa de “COVID 19”, atropelou o governo (chegara a 1.000.000 de mortes até o ano que vem), estas vítimas não irão se calar e vão cobrar através de seus familiares novamente o antivoto. Mas ainda assim, com algum esforço, sem um gladiador a altura, corre-se o risco da desconsideração da falta de gestão, desta crise, que atingiu a todos nós “Covid 19”.

Mas, todos estes fatos sucumbem em um erro clássico, “A LOJINHA”, denominada de Receita Federal. Contávamos que um ministro tão culto, tão bem informado, tivesse percebido, que a Nação depende única e exclusivamente, da Receita Federal – todo o resto não soma nada. Os ladrões de colarinho ali parqueiam, só se consegue prender através desta. O aumento da arrecadação somente poderá ocorrer, si, pelo menos, alguém cobrar o devido ao fisco (não adianta ficar aumentando impostos, criando e recriando falsas soluções, isto é enxugar gelo). O ministro Paulo Guedes, mal assessorado não percebeu ainda a LOJINHA que é sangrada dia e noite 24/7 – é na Receita Federal o início, o meio e o fim de todos os problemas:

Primeiro, começamos com a incompetência herdada de Portugal “a burrocracia”, ali, ainda é praticada pelo carimbão.

Segundo, temos a declaração do imposto de renda (ou seja como o governo não sabe nada – o contribuinte tem que dizer, ao estado, desorganizado, quanto deve…..), e o pior, o governo acredita.

Terceiro, O material humano, ou melhor, os funcionários públicos que estudaram apenas para passar no concurso público federal, tomaram posse, e  se encastelaram no Ministério da Fazenda (a aguardar o tempo a passar), e de lá só sairão quando se aposentarem – o fato é tão grave, que parece filme de ficção, pois funcionários encontraram um paletó em uma cadeira, de um ex-funcionário, que em visita lá, depois de 10 anos de aposentado, foi buscar o seu melhor instrumento de trabalho, e pasmem, lá ainda estava o maldito paletó. A arrogância, a preguiça, a soberba, a vaidade, a prevaricação, o conluio, ali são praticadas por funcionários com raríssimas exceções, como protocolos petrificados.

É sentimento de todos, que conhecem a receita federal, que este órgão, merecia uma faxina, à risca, mas, o Ministro dedicado e atento a enxugar gelo, esqueceu a lojinha do Brasil “Receita Federal”, e sendo assim, abriu mão da única receita legitima da Federação.

O inocente e manipulado, Ministro Paulo Guedes, foi maquiavelicamente induzido (quero ainda acreditar, ao erro clássico de ignorar o que lá acontece), ou simplesmente capitulou.  

Agenor Candido


Consolidação do Capitalismo no Brasil – 03/09/2021

Assistimos na administração pública pelo menos na lavra do Banco Central ações constantes, no aprimoramento para a sua independência. Infelizmente um país que pouco lê, acredita-se ainda que a Casa da Moeda (eternamente sem utilidade) não deva ser no mínimo, privatizada – o tempo de Ciro e do Sal já se foram a muito. Voltando ao tema Banco Central, encontramos nesta instituição um verdadeiro brasileiro, cavaco de boa cepa “ROBERTO CAMPOS”, pois bem seu titular Roberto Campos Neto, vem se destacando de forma ímpar, empreendendo uma gestão neste órgão digno de registro. A redução do custo do dinheiro, mexe de forma revigorante todo o sistema financeiro do Brasil.

A redução da caução para criação novas instituições financeiras foi o início de sua saga, o pulo virtual “PIX”, e agora, com o anuncio da autorização lucida do troco no balcão do supermercado (ou quaisquer instituições que tenham a “maquininha”), é ferir de morte o sistema falido financeiro nacional, verdadeiros grotões de socialites descompromissados com o povo.  

Roberto Campos Neto, a frente do Banco Central, agora debruça-se no enfrentamento dos criptoativos, e a julgar até aqui, pelos seus atos, justos, dignos de registro e boa-fé, poderemos esperar a melhor solução nacional para uma necessidade Global “os criptoativos”. Este setor, promove e desengaveta projetos dando a única oportunidade de prosperidade democrática, a todos seres humanos – pois entende que o risco privado é privado e aceito por todos nós, já o risco público, não pode existir simplesmente por ser dinheiro público.  

Sr. Roberto Campos Neto, faz a diferença e se faz respeitar.

Agenor Candido


Quem é o culpado? – 30/08/ 2021

Assistimos todos os dias ruir-se o Estado, na busca do culpado, fui eliminando os inocentes. A justiça não é, pois ela cumpre as “Leis”, O Legislativo também não, pois este faz as “Leis”, O Executivo não faz nada,  alegando não ter dinheiro, pois a corrupção desvia o dinheiro “arrecadado”, A inflação não é, por que ela é reflexo da “Pandemia”, A Pandemia não é, por que é fruto de um “vírus” estrangeiro,  mas o vírus também diz que não tem culpa, por ter sido manipulado pelos laboratórios militares, as variantes são apenas parentes distantes do vírus e só está de passagem,  O tráfico não é, pois sem emprego, os meninos armados até os dentes dizem que só vendem o que não é produzido aqui no Brasil, as milicias não tem nada com isto, pois só está fazendo o que a polícia deveria fazer. Bom, depois de procurar incansavelmente:  a transparência, a justiça, as leis, a gestão, a honestidade, a eficiência, a vergonha e a honra, encontrei, é o Povo: sem trabalho, sem casa, sem dente, sem saúde, sem educação, faminto, sem esperança, sem direitos.

Mas ainda dentro deste universo” POVO”, encontrei na maioria de seus participes, a inocência, e a honestidade abundante. Destes certamente surgira, se não um salvador da pátria, pelo menos um ser honrado, para nos representar, ser a voz não de um grupelho, mas de todos nós Brasileiros.

Agenor Candido – 30 de agosto de 2021


Afeganistão a ferida aberta da Humanidade – 22/08/2021

Assistimos o desfecho da saída das tropas Americanas do Afeganistão, que lá jamais, deveriam estar – outras nações (Rússia, Inglaterra, Irá, Paquistão, Árabes, Mongóis e Gregos) todos amargaram o que denomina-se de derrota pela RESISTENCIA.

Usando de forma errada, Biden citou que os Afegãos desistiram de lutar, não é verdade, apenas lutaram pelo o que acreditavam que era certo para eles. Não adianta impor uma cultura externa, para quem ainda não se descobriu e pior aprisionados por conceitos petrificados e atropelados pelo desenvolvimento ocidental. Outras guerras de nada servirão de exemplo: Coréia, Vietnam, apenas ceifaram vidas de ambos os lados a serviço de quem.

Como seres humanos, compartilhamos da mesma dor, ao ver o desespero de pessoas agarradas ao trem de pouso, das aeronaves militares superlotadas buscando, a fuga como o inicio de uma sobrevida sabe-se lá aonde. É chocante, é bárbaro é triste que em pleno século do pulo quântico, existam povos que optam pelo ábaco, e praticam o olho por olho, até que um míope venha lidera-los.

Agenor Candido


Os homens passam, mas as instituições Resistirão. – 21/08/21

As Democracias historicamente se constrói, com luta, suor e desprendimento dos interesses pessoais.
No Brasil assistimos servidores tentarem sem êxito, impedir o aprimoramento, curso natural do estagio cultural de nosso povo. Os extremos nunca vencerão e muito menos imporão suas vontades a longo prazo por ser organicamente impossível.

As instituições refretem a vontade do passado e aponta sempre para o bom senso do futuro ainda que inserto. Salta aos olhos, problemas mal administrados, salta aos olhos o afrontamento jurídico, salta aos olhos que eleitos esquecem que seu compromisso é com o Povo.

Na falta de uma agenda Republicana, aguardamos de olhos abertos o calendário eleitoral, com ou sem o voto impresso, mas vigilante e sem descanso, as mídias sociais saberão mostrar o caminho para julgarmos, no voto, para o aprimorando a nossa jovem Democracia e as seculares Instituições.

Agenor Candido