
{"id":3508,"date":"2021-08-09T15:46:56","date_gmt":"2021-08-09T18:46:56","guid":{"rendered":"https:\/\/7ports.com.br\/?p=3508"},"modified":"2021-09-11T02:45:21","modified_gmt":"2021-09-11T05:45:21","slug":"medalhas-do-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/7ports.com.br\/?p=3508","title":{"rendered":"Medalhas do Brasil"},"content":{"rendered":"\n<p>O Brasil conquistou 21 medalhas nos<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/noticias\/juegos-olimpicos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Jogos Ol\u00edmpicos T\u00f3quio 2020<\/strong><\/a>: sete ouros, seis pratas e oito bronzes. O resultado j\u00e1 representa a melhor campanha brasileira na hist\u00f3ria das Olimp\u00edadas, simbolizada por um 12\u00ba lugar no quadro geral de medalhas, que tamb\u00e9m \u00e9 a melhor posi\u00e7\u00e3o j\u00e1 alcan\u00e7ada. As sete medalhas de ouro igualaram a melhor marca. O recorde anterior era dos Jogos Ol\u00edmpicos&nbsp;<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2016\/08\/22\/deportes\/1471820821_963883.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Rio 2016<\/a>, quando o pa\u00eds teve 19 p\u00f3dios, sete ouros e o 13\u00ba lugar. Assim, o Brasil tamb\u00e9m se tornou um dos \u00fanicos tr\u00eas pa\u00edses a melhorar o desempenho na Olimp\u00edada seguinte \u00e0 disputada em casa. Os \u00fanicos a realizarem tal feito foram Alemanha, que ganhou mais em Montreal 1976 do que Munique 1972, e Gr\u00e3 Bretanha, que melhorou os resultados entre Londres 2012 e Rio 2016. A meta do Comit\u00ea Ol\u00edmpico Brasileiro era justamente superar o recorde anterior, ainda que a delega\u00e7\u00e3o brasileira em T\u00f3quio tenha sido bem mais reduzida do que na \u00faltima edi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/resultados\/deportivos\/juegos-olimpicos\/medallero\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Veja o quadro de medalhas.<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Conhe\u00e7a os medalhistas brasileiros em T\u00f3quio<\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/noticias\/gimnasia-artistica\/#?rel=arch\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Gin\u00e1stica Art\u00edstica<\/strong><\/a><\/h4>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.brasil.elpais.com\/resizer\/POvaTrn7-9z_wXHhj7gFjpuW7jg=\/414x0\/cloudfront-eu-central-1.images.arcpublishing.com\/prisa\/HQ3PVRPM6RRRNQBMZ4WHZ4QPFM.jpg\" alt=\"Rebeca Andrade ao receber a medalha de ouro na prova de salto da gin\u00e1stica art\u00edstica feminina, em T\u00f3quio. Atleta tinha conquistado a prata dois dias antes.\"\/><figcaption>Rebeca Andrade ao receber a medalha de ouro na prova de salto da gin\u00e1stica art\u00edstica feminina, em T\u00f3quio. Atleta tinha conquistado a prata dois dias antes.TATYANA ZENKOVICH \/ EFE<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/esportes\/jogos-olimpicos\/2021-08-02\/rebeca-andrade-eternizada-na-historia-das-olimpiadas.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Rebeca Andrade, medalhas de ouro e prata na gin\u00e1stica art\u00edstica<\/strong><\/a>&nbsp;&#8211; A ginasta&nbsp;<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/esportes\/jogos-olimpicos\/2021-07-29\/rebeca-andrade-leva-seu-baile-de-favela-ao-podio-em-toquio-e-da-ao-brasil-medalha-inedita-na-ginastica.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">brasileira j\u00e1 tinha feito hist\u00f3ria<\/a>&nbsp;ao garantir ao Brasil a in\u00e9dita medalha da equipe feminina na gin\u00e1stica art\u00edstica, na sexta-feira, 30 de julho. Aos 22 anos, a esportista de Guarulhos, na Grande S\u00e3o Paulo, levou o pa\u00eds ao p\u00f3dio ap\u00f3s um desempenho herc\u00faleo no tablado e uma performance&nbsp;<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2021\/07\/29\/album\/1627563834_336390.html\">embalada ao som de&nbsp;<em>Baile de favela<\/em><\/a><em>.&nbsp;<\/em>Mas no domingo, 1 de agosto, Rebeca superou a si mesma e&nbsp;<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/esportes\/jogos-olimpicos\/2021-08-01\/rebeca-andrade-salta-para-o-ouro-em-toquio.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">consagrou-se como a primeira campe\u00e3 ol\u00edmpica&nbsp;<\/a>do Brasil na modalidade, ap\u00f3s terminar a prova de salto em primeiro lugar. A medalha de ouro de Rebeca Andrade nesta competi\u00e7\u00e3o pode n\u00e3o ser a \u00faltima, j\u00e1 que a ginasta disputa mais uma final nesta segunda-feira, com chances reais de medalha na prova de solo feminino. \u201cTodos sabem da minha trajet\u00f3ria, o que eu passei. Acho que mesmo se eu n\u00e3o tivesse ganhado a medalha, eu teria feito hist\u00f3ria, justamente pelo meu processo para chegar at\u00e9 aqui. N\u00e3o desistam, acreditem no sonho de voc\u00eas e sigam firmes.\u201d<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/noticias\/surf\/#?rel=arch\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Surfe<\/strong><\/a><\/h4>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.brasil.elpais.com\/resizer\/QxPM_xp6K6DeVga7yo-YodrFjyw=\/414x0\/cloudfront-eu-central-1.images.arcpublishing.com\/prisa\/4DI2XPFV5UWBZUAUB4LPFJ7R6Q.jpg\" alt=\"O surfista \u00cdtalo Ferreira comemora a medalha de ouro no surfe\"\/><figcaption>O surfista \u00cdtalo Ferreira comemora a medalha de ouro no surfeOLIVIER MORIN \/ AP<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>\u00cdtalo Ferreira, medalha de ouro no surfe &#8211;&nbsp;<\/strong>O surfista potiguarde Ba\u00eda Formosa e 27 anos, \u00e9 o&nbsp;<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/esportes\/jogos-olimpicos\/2021-07-27\/a-tempestade-italo-ferreira-conquista-o-1-ouro-do-brasil-na-olimpiada-de-toquio.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">primeiro campe\u00e3o ol\u00edmpico do surfe,<\/a>&nbsp;modalidade que estreou nesta Olimp\u00edada. A medalha veio na praia de Tsurigasaki, ap\u00f3s uma emocionante disputa na final contra o japon\u00eas Kanoa Igarashi \u2014que eliminou Gabriel Medina na semifinais. Ferreira mostrou consist\u00eancia na sua linha, com manobras a\u00e9reas e muita velocidade. Durante a final, um susto: sua prancha se partiu na primeira onda. O brasileiro n\u00e3o se abalou, correu para a areia, pegou outra e voltou ao mar. J\u00e1 campe\u00e3o, se emocionou em entrevista \u00e0 TV Globo: \u201cEu acreditei at\u00e9 o final, treinei muito nos \u00faltimos meses, e Deus realizou meu sonho. Posso fazer o que eu amo, ajudar as pessoas, a minha fam\u00edlia. Estou sem palavras, s\u00f3 agradecer. \u00c9 algo que eu sonhei e almejei bastante. T\u00e1 a\u00ed, meu nome est\u00e1 escrito na hist\u00f3ria do surfe.\u201d<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/noticias\/piraguismo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Canoagem de velocidade C1 1.000m<\/a><\/h4>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.brasil.elpais.com\/resizer\/KbBLoFz1csB8VokfMXuZsM3HNwo=\/414x0\/cloudfront-eu-central-1.images.arcpublishing.com\/prisa\/FOZ3WGFE2674G2S7WPMJFABIVY.jpg\" alt=\"Isaquias Queiroz celebra sua medalha de ouro.\"\/><figcaption>Isaquias Queiroz celebra sua medalha de ouro.FERNANDO BIZERRA \/ EFE<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Isaquias Queiroz, medalha de ouro na canoagem&nbsp;<\/strong>&#8211; Isaquias, por si s\u00f3,<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2016\/08\/18\/deportes\/1471537379_682830.html\">&nbsp;\u00e9 uma pot\u00eancia ol\u00edmpica<\/a>. Foi a quarta medalha de sua carreira em cinco provas disputadas, aos 27 anos. No Rio de Janeiro, em 2016, ele se tornou o primeiro brasileiro a conquistar tr\u00eas medalhas em uma edi\u00e7\u00e3o ol\u00edmpica: prata no C1 1.000 metros, prata no C2 1.000 metros e bronze no C1 200 metros. O feito s\u00f3 n\u00e3o era poss\u00edvel de ser repetido em T\u00f3quio porque a \u00faltima prova foi retirada do cronograma ol\u00edmpico. Mas, no fim, Isaquias tamb\u00e9m n\u00e3o repetiu o desempenho a C2 1.000 metros, na qual remou ao lado de Jacky Godmann e terminou em quarto lugar. Sobrou a modalidade individual para o baiano entrar na hist\u00f3ria. \u201cN\u00e3o quero sair daqui sem um ouro. O sonho n\u00e3o acabou\u201d, declarou depois do primeiro resultado.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/noticias\/vela\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Vela &#8211; Classe 49er FX<\/strong><\/a><\/h4>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.brasil.elpais.com\/resizer\/EiIFRVz-EuChKr9bajAQTVKxo7s=\/414x0\/cloudfront-eu-central-1.images.arcpublishing.com\/prisa\/XEJICGX7Z4CDY646DRXNSZ2BEU.jpg\" alt=\"A dupla brasileira Martine Grael e Kahena Kunze celebra a medalha de ouro nesta ter\u00e7a-feira, 3 de agosto.\"\/><figcaption>A dupla brasileira Martine Grael e Kahena Kunze celebra a medalha de ouro nesta ter\u00e7a-feira, 3 de agosto.CARLOS BARRIA \/ REUTERS<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Martine Grael e Kahena Kunze, medalha de ouro na classe 49er FX da vela &#8211;<\/strong>&nbsp;Foi a segunda participa\u00e7\u00e3o da dupla numa Olimp\u00edada e a&nbsp;<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/esportes\/jogos-olimpicos\/2021-08-03\/martine-grael-e-kahena-kunze-conquistam-o-ouro-na-classe-49er-fx-da-vela-e-sao-bicampeas-em-toquio.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">segunda vez que conquistam uma medalha<\/a>, depois do&nbsp;<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2016\/08\/18\/deportes\/1471553881_274581.html\">ouro ol\u00edmpico na Rio 2016<\/a>. Filhas de velejadores experientes e campe\u00f5es em suas categorias, as duas v\u00eam de linhagens vencedoras no esporte. Kahena, de 30 anos, \u00e9 filha de Claudio Kunze, campe\u00e3o mundial j\u00fanior na classe Pinguim nos anos 1970. No caso de Martine, tamb\u00e9m 30 anos, a medalha em T\u00f3quio 2020 \u00e9 a nona da fam\u00edlia Grael, s\u00edmbolo de vit\u00f3ria em Jogos Ol\u00edmpicos. Seu pai, Torben Grael, \u00e9 o maior medalhista ol\u00edmpico do Brasil ao lado do tamb\u00e9m velejador Robert Scheidt, ambos com cinco medalhas. Torben tem dois ouros, uma prata e dois bronzes ol\u00edmpicos. J\u00e1 o tio de Martine, Lars, tem duas medalhas de bronze em Jogos. Segundo ela conta, o tio, que sofreu um acidente em 1998 e perdeu a perna, foi sua maior inspira\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/noticias\/deportes-acuaticos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Maratona aqu\u00e1tica<\/strong><\/a><\/h4>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.brasil.elpais.com\/resizer\/K5F_u0AzcXzxs-ihHxkLQ2upihY=\/414x0\/cloudfront-eu-central-1.images.arcpublishing.com\/prisa\/RWHK6HJCZ3PGSCLZQ7LOFSBAZM.jpg\" alt=\"A nadadora Ana Marcela Cunha ap\u00f3s a prova final na maratona aqu\u00e1tica.  \"\/><figcaption>A nadadora Ana Marcela Cunha ap\u00f3s a prova final na maratona aqu\u00e1tica.&nbsp;LEONHARD FOEGER \/ REUTERS<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Ana Marcela Cunha, medalha de ouro na maratona aqu\u00e1tica &#8211;<\/strong>&nbsp;Um dos principais nomes da maratona aqu\u00e1tica da hist\u00f3ria da categoria, a brasileira de 29 anos j\u00e1 possu\u00eda v\u00e1rios t\u00edtulos mundiais. Mas&nbsp;<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/esportes\/jogos-olimpicos\/2021-08-03\/ouro-merecido-para-a-baiana-ana-marcela-cunha-nas-olimpiadas-do-japao.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">faltava uma medalha ol\u00edmpica<\/a>&nbsp;em seu curr\u00edculo de atleta. Ela estreou numa Olimp\u00edada em Pequim 2008, com apenas 16 anos, mas acabou ficando de fora da Londres 2012. Na Rio 2016 era a favorita, mas acabou chegando em d\u00e9cimo lugar por causa de um problema de sa\u00fade. Agora foi diferente. \u201c\u00c9 um quarto ciclo ol\u00edmpico vindo de uma frustra\u00e7\u00e3o no Rio e um amadurecimento muito grande para chegar at\u00e9 aqui\u201d, explicou. Nascida em Salvador, a atleta \u00e9 filha de pai nadador e m\u00e3e ginasta e come\u00e7ou a nadar aos dois anos.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/noticias\/boxeo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Boxe<\/strong><\/a><\/h4>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.brasil.elpais.com\/resizer\/JdXsm7hHt2i554_sy2S7DO94Nis=\/414x0\/cloudfront-eu-central-1.images.arcpublishing.com\/prisa\/UJUXSPIEODZBAQ6VEG6A3CXMPY.jpg\" alt=\"Abner Teixeira na luta da semifinal, em que foi derrotado pelo cubano J\u00falio Cesar La Cruz e ficou com o bronze. \"\/><figcaption>Abner Teixeira na luta da semifinal, em que foi derrotado pelo cubano J\u00falio Cesar La Cruz e ficou com o bronze.&nbsp;LUIS ROBAYO \/ AFP<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Abner Teixeira, medalha de bronze no boxe &#8211;&nbsp;<\/strong>O atleta v\u00ea na medalha o caminho para seu maior objetivo: comprar uma casa para sua m\u00e3e. \u201cAs metas imediatas s\u00e3o ser campe\u00e3o ol\u00edmpico e campe\u00e3o mundial\u201d, disse. \u201cA longo prazo, elas s\u00e3o comprar a casa para minha m\u00e3e e dar um futuro melhor para ela\u201d. O pugilista nasceu em Osasco, na regi\u00e3o metropolitana de S\u00e3o Paulo, mas tem como lar atual a cidade de Sorocaba, a 100 quil\u00f4metros da capital, para onde se mudou em 2011. No mesmo ano, aos 15 anos de idade, descobriu a luta atrav\u00e9s do projeto social \u201cBoxe &#8211; uma luz para o futuro\u201d. Com mais de 1,90m, logo virou uma refer\u00eancia brasileira na categoria peso pesado, acima de 91 quilos. Em T\u00f3quio, foi derrotado pelo cubano J\u00falio Cesar La Cruz na semifinal da categoria peso pesado masculino, entre 81 e 91 quilos. Como o boxe n\u00e3o prev\u00ea a disputa pelo bronze, os derrotados na semifinal&nbsp;<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/esportes\/jogos-olimpicos\/2021-08-03\/abner-teixeira-ganha-bronze-e-conquista-a-primeira-medalha-para-o-boxe-brasileiro-em-toquio.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">j\u00e1 garantem o terceiro lugar no p\u00f3dio<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.brasil.elpais.com\/resizer\/Zj7RLV8AxwnDU4li4YGPlKeKX8E=\/414x0\/cloudfront-eu-central-1.images.arcpublishing.com\/prisa\/Q6LNSHMW6XZV54XMH5BCZFZKDU.jpg\" alt=\"Tokyo 2020 Olympics - Boxing - Men's Middleweight - Medal Ceremony - Kokugikan Arena - Tokyo, Japan - August 7, 2021. Gold medallist Hebert Sousa of Brazil poses for photos. REUTERS\/Ueslei Marcelino\"\/><figcaption>Tokyo 2020 Olympics &#8211; Boxing &#8211; Men&#8217;s Middleweight &#8211; Medal Ceremony &#8211; Kokugikan Arena &#8211; Tokyo, Japan &#8211; August 7, 2021. Gold medallist Hebert Sousa of Brazil poses for photos. REUTERS\/Ueslei MarcelinoUESLEI MARCELINO \/ REUTERS<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Hebert Concei\u00e7\u00e3o, medalha de ouro no boxe<\/strong>&nbsp;&#8211;&nbsp;<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/esportes\/jogos-olimpicos\/2021-08-07\/hebert-conceicao-vai-para-o-tudo-ou-nada-consegue-nocaute-e-leva-o-ouro-no-boxe.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">O boxeador brasileiro ficou em primeiro lugar na categoria peso-m\u00e9dio (69-75kg<\/a>) ao vencer a final por nocaute contra o ucraniano Oleksandr Khyzhniak, bicampe\u00e3o europeu e campe\u00e3o mundial de peso-m\u00e9dio. A disputa estava se caminhando para a vit\u00f3ria do europeu at\u00e9 o terceiro round, quando Hebert deu um golpe de esquerda que nocauteou seu advers\u00e1rio e definiu a luta ao seu favor. \u201cFoi surpresa para muita gente, mas para mim, n\u00e3o. Eu trabalhei muito\u201d, afirmou o campe\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.brasil.elpais.com\/resizer\/rDRH3h-4w9OSuhLaHbTkwCA1mWo=\/414x0\/cloudfront-eu-central-1.images.arcpublishing.com\/prisa\/5MVLZ44K76WQP3Q5M5DLVKTRY4.jpg\" alt=\"Beatriz Ferreira fica com a prata no boxe feminino.\"\/><figcaption>Beatriz Ferreira fica com a prata no boxe feminino.LUIS ROBAYO \/ AFP<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Beatriz Ferreira, medalha de prata no boxe<\/strong>&nbsp;&#8211; A pugilista baiana de Salvador terminou em segundo na categoria peso leve do boxe feminino. Bia, atual campe\u00e3 e favorita ao p\u00f3dio, fez uma campanha impec\u00e1vel at\u00e9 a final. Na decis\u00e3o, venceu o primeiro round contra a irlandesa Kellie Harrington, mas foi derrotada por unanimidade nos dois seguintes.&nbsp;<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/esportes\/jogos-olimpicos\/2021-08-08\/brasil-perde-para-os-estados-unidos-e-fica-com-a-prata-no-volei-feminino.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A medalha de prata representa o melhor resultado do boxe feminino<\/a>&nbsp;em uma Olimp\u00edada.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/noticias\/400-metros-vallas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>400 metros com barreiras<\/strong><\/a><\/h4>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.brasil.elpais.com\/resizer\/WACqOLMMCM0-qyGNwiI5nMTdSlI=\/414x0\/cloudfront-eu-central-1.images.arcpublishing.com\/prisa\/ITSRUJQQK272EGFJM5FMYU7I3M.jpg\" alt=\"Alison Dos Santos, durante a prova que lhe rendeu a medalha de bronze em T\u00f3quio. \"\/><figcaption>Alison Dos Santos, durante a prova que lhe rendeu a medalha de bronze em T\u00f3quio.&nbsp;MARTIN MEISSNER \/ AP<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Alison dos Santos, o \u201cPiu\u201d, medalha de bronze nos 400 metros com barreiras &#8211;<\/strong>&nbsp;Pela primeira vez, o Brasil&nbsp;<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/esportes\/jogos-olimpicos\/2021-08-03\/alison-dos-santos-conquista-o-bronze-nos-400-metros-com-barreiras-nos-jogos-olimpicos-de-toquio.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">tem um medalhista ol\u00edmpico na prova de 400 metros rasos com barreira<\/a>. E ele s\u00f3 tem 21 anos. O p\u00f3dio representa a chegada da fama para um menino t\u00edmido. Quando tinha 10 meses de idade, Alison sofreu um acidente com uma panela de \u00f3leo quente e teve s\u00e9rias queimaduras na cabe\u00e7a. Ele come\u00e7ou como judoca na inf\u00e2ncia, mas logo chamou a aten\u00e7\u00e3o pelo porte f\u00edsico \u20141,85m aos 14 anos de idade, 2,00m aos 21\u2014 e foi convidado para o atletismo por professores de um projeto social do Instituto Edson Luciano Ribeiro em visita a escolas da cidade. Na primeira oportunidade, recusou por conta da timidez. Demorou alguns meses para aceitar o convite e, ainda assim, com certa cautela. Mas depois n\u00e3o parou mais de correr. \u201cEu n\u00e3o estou aqui s\u00f3 por mim, eu corro por outras pessoas tamb\u00e9m\u201d, afirmou em entrevista depois da prova, citando seu treinador e sua fam\u00edlia. \u201cEssa medalha n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 minha, \u00e9 nossa, \u00e9 do Brasil\u201d, concluiu.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/noticias\/tenis\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>T\u00eanis<\/strong><\/a><\/h4>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.brasil.elpais.com\/resizer\/1IAQwCERs79mgxnRRV7C_XgmeJA=\/414x0\/cloudfront-eu-central-1.images.arcpublishing.com\/prisa\/KDWTTF3BYNOLTBMUR5A6IHJSDM.jpg\" alt=\"Luisa Stefani e Laura Pigossi conquistaram o bronze para o Brasil no t\u00eanis.\"\/><figcaption>Luisa Stefani e Laura Pigossi conquistaram o bronze para o Brasil no t\u00eanis.PATRICK SEMANSKY \/ AP<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/esportes\/jogos-olimpicos\/2021-07-31\/laura-pigossi-e-luisa-stefani-conquistam-a-1-medalha-olimpica-da-historia-do-tenis-brasileiro.html\"><strong>Laura Pigossi e Luisa Stefani<\/strong><\/a><strong>, bronze no t\u00eanis feminino de duplas &#8211;<\/strong>&nbsp;As paulistanas fizeram hist\u00f3ria no s\u00e1bado, 31 de julho, ao conquistar a primeira medalha ol\u00edmpica do t\u00eanis brasileiro. De virada, elas venceram as russas Veronika Kudermetova e Elena Vesnina por 2 sets a 1 e ganharam o bronze em T\u00f3quio 2020. A dupla soube que participaria dos Jogos Ol\u00edmpicos menos de uma semana antes do in\u00edcio do evento, gra\u00e7as ao gerente da Confedera\u00e7\u00e3o Brasileira de T\u00eanis (CBT), Eduardo Frick, que inscreveu-as na lista de espera da chave feminina, e elas conseguiram uma vaga \u201csurpresa\u201d ap\u00f3s uma realoca\u00e7\u00e3o feita pela federa\u00e7\u00e3o internacional da modalidade, a ITF. Luisa, de 23 anos, que come\u00e7ou a jogar t\u00eanis aos 10, \u00e9 a brasileira mais bem colocada no&nbsp;<em>ranking<\/em>&nbsp;de duplas desde sua cria\u00e7\u00e3o: ela ocupa a 23\u00aa posi\u00e7\u00e3o, conquistada com uma parceria de sucesso com a norte-americana Hayley Carter. J\u00e1 Laura, de 26 anos, chegou este ano em sua primeira final de WTA masters 1.000, e foi bronze nos Jogos Pan-Americanos de Lima, em 2019, ao lado de Carol Meligeni. A partir do segundo semestre, ela passar\u00e1 a jogar ao lado da canadense Gabriela Dabrowski, 14\u00aa do mundo.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/noticias\/skate\/#?rel=arch\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Skate Street<\/strong><\/a><\/h4>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.brasil.elpais.com\/resizer\/Q30ldnvc6-QcvPQmuBoaU_gyxr4=\/414x0\/cloudfront-eu-central-1.images.arcpublishing.com\/prisa\/MATN32ETTH5BDF5EQ5ZROP7A3I.jpg\" alt=\"Rayssa Leal ergue sua medalha de prata, conquistada no skate street\"\/><figcaption>Rayssa Leal ergue sua medalha de prata, conquistada no skate streetBEN CURTIS \/ AP<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Rayssa Leal, prata no skate street &#8211;&nbsp;<\/strong>Conhecida como&nbsp;<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/esportes\/2020-03-06\/aos-seis-anos-ela-ganhou-um-skate-aos-12-e-uma-das-melhores-do-mundo.html\">a&nbsp;<em>Fadinha<\/em>&nbsp;do skate<\/a>, ela fez hist\u00f3ria no esporte mundial com apenas 13 anos. A prata conquistada na modalidade skate street fez dela a mais jovem medalhista ol\u00edmpica do Brasil. A jornada das ruas de Imperatriz, no Maranh\u00e3o, para o segundo lugar no p\u00f3dio (superada apenas pela japonesa Momiji Nishiya, tamb\u00e9m de 13 anos) foi marcada por uma como\u00e7\u00e3o entre a torcida brasileira. Desde que um v\u00eddeo de Rayssa andando de skate com sete anos de idade vestida de fada azul viralizou, ela chamou a aten\u00e7\u00e3o do mundo do esportes e se tornou inspira\u00e7\u00e3o para uma gera\u00e7\u00e3o de mulheres e homens: \u201cSe uma menina de 13 anos vai representar o Brasil hoje, \u00e9 por causa de mulheres skatistas que me inspiram, que me mostram que uma garota pode tudo.\u201d<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.brasil.elpais.com\/resizer\/ADD9NPD_0P3r3pQHyLOxEGVJOzk=\/414x0\/cloudfront-eu-central-1.images.arcpublishing.com\/prisa\/YNAUPQA2NN7JI2HZ5I4MY7NE2I.jpg\" alt=\"Kelvin e sua medalha de prata conquistada no skate street\"\/><figcaption>Kelvin e sua medalha de prata conquistada no skate streetBEN CURTIS \/ AP<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Kelvin Hoefler, prata no skate street &#8211;&nbsp;<\/strong>Este paulista de Guaruj\u00e1 \u2014que quando crian\u00e7a era obrigado a andar de skate dentro de casa porque sua rua era de terra\u2014 foi o primeiro medalhista do Brasil nos Jogos Ol\u00edmpicos de T\u00f3quio. Aos 27 anos, Hoefler faturou a prata na categoria skate street. \u201cIsso aqui&nbsp;<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/esportes\/2020-03-06\/aos-seis-anos-ela-ganhou-um-skate-aos-12-e-uma-das-melhores-do-mundo.html\">representa o skate brasileiro<\/a>, a nossa garra e a nossa persist\u00eancia. Isso aqui n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 meu, \u00e9 o skate do Brasil que merece isso aqui, merece at\u00e9 mais\u201d, celebrou. O ouro ficou com o japon\u00eas Yuto Horigomi, e o americano Jagger Eaton levou a medalha de bronze sob um sol de 40 graus na pista.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Skate Park<\/h4>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.brasil.elpais.com\/resizer\/KjfdiyiOd5e6U69eP51GOtLw7AE=\/414x0\/cloudfront-eu-central-1.images.arcpublishing.com\/prisa\/NH5IAIX6QBK6DOWHYKJLOW7GYE.jpg\" alt=\"Pedro Barros, 26 anos, medalhista de prata no skate park. \"\/><figcaption>Pedro Barros, 26 anos, medalhista de prata no skate park.&nbsp;LOIC VENANCE \/ AFP<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Pedro Barros, prata no skate park &#8211;&nbsp;<\/strong>O atleta catarinense de 26 anos levou o skate brasileiro de volta ao p\u00f3dio nos&nbsp;<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/noticias\/juegos-olimpicos\/\"><strong>Jogos Ol\u00edmpicos de T\u00f3quio&nbsp;<\/strong><\/a>nesta quinta-feira, 5 de agosto. O skatista catarinense conquistou a medalha de prata na modalidade skate&nbsp;<em>park<\/em>, disputada no Centro de Esportes Urbanos de Ariake. A paix\u00e3o pelo esporte vem desde os tr\u00eas anos, quando ganhou um skate do pai, tamb\u00e9m skatista. \u201cA gente pode cair v\u00e1rias vezes no ch\u00e3o, mas a miss\u00e3o \u00e9 ver um amanh\u00e3 melhor\u201d, disse ap\u00f3s o p\u00f3dio.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/noticias\/salto-pertiga\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Salto com vara<\/strong><\/a><\/h4>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.brasil.elpais.com\/resizer\/yKM533S4rslI_ZaO70i7mRwbums=\/414x0\/cloudfront-eu-central-1.images.arcpublishing.com\/prisa\/ANW3YWQDJJXHDKQURYZ6EACSSY.jpg\" alt=\"Thiago Braz em a\u00e7\u00e3o na final da Olimp\u00edada.\"\/><figcaption>Thiago Braz em a\u00e7\u00e3o na final da Olimp\u00edada.ALEKSANDRA SZMIGIEL \/ REUTERS<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Thiago Braz, medalha de bronze no salto com vara &#8211;&nbsp;<\/strong>Um dos principais nomes do atletismo brasileiro, o paulista de 27 anos conquistou&nbsp;<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/esportes\/jogos-olimpicos\/2021-08-03\/thiago-braz-conquista-o-bronze-no-salto-com-vara-sua-segunda-medalha-consecutiva-numa-olimpiada.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">sua segunda medalha consecutiva<\/a>, considerando o&nbsp;<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2016\/08\/15\/deportes\/1471262385_538617.html\">ouro na Rio 2016 ap\u00f3s saltar 6,03 metros e quebrar o recorde ol\u00edmpico<\/a>. O medalhista brasileiro come\u00e7ou no atletismo aos 14 anos no Clube dos Banc\u00e1rios de Mar\u00edlia, cidade onde nasceu e foi criado pelos av\u00f3s paternos. Logo passou a receber orienta\u00e7\u00e3o de sua amiga e conselheira Fabiana Murer, principal refer\u00eancia do esporte no Brasil antes de Thiago. Suas primeiras conquistas importantes foram o ouro no Campeonato Mundial J\u00fanior de 2012, em Barcelona, e a prata nos Jogos Ol\u00edmpicos da Juventude de 2010, em Singapura.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/noticias\/natacion\/#?rel=arch\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Nata\u00e7\u00e3o<\/strong><\/a><\/h4>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.brasil.elpais.com\/resizer\/USW94IkCQnOOFC755LSCewwpehE=\/414x0\/cloudfront-eu-central-1.images.arcpublishing.com\/prisa\/TAKQ2DLVSMQX53DJKDJJRMR6WM.jpg\" alt=\"Fernando Scheffer celebra o bronze nos 200m nado livre\"\/><figcaption>Fernando Scheffer celebra o bronze nos 200m nado livreDPA V\u00cdA EUROPA PRESS \/ EUROPA PRESS<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Fernando Scheffer, bronze na nata\u00e7\u00e3o &#8211;&nbsp;<\/strong>O atleta de 23 anos ficou em terceiro lugar nos 200 metros livres, conquistando a medalha de bronze nas Olimp\u00edadas em sua primeira participa\u00e7\u00e3o nos Jogos. O caminho at\u00e9 o p\u00f3dio n\u00e3o foi f\u00e1cil para este ga\u00facho de Canoas: no ano passado, devido \u00e0&nbsp;<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/noticias\/coronavirus\/\">pandemia<\/a>, seu clube, o Minas T\u00eanis Clube, fechou as portas e ele ficou tr\u00eas meses fora das piscinas. Por isso, o nadador brasileiro teve que recorrer a uma bicicleta ergom\u00e9trica alugada e a halteres para n\u00e3o deixar o corpo parado. No come\u00e7o de 2021, com o recrudescimento da crise sanit\u00e1ria, ele e cinco colegas de equipe partiram para um s\u00edtio em Minas Gerais de outro nadador. Precisaram treinar num a\u00e7ude.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.brasil.elpais.com\/resizer\/YN9hOuLOtOt4qvz0Ci5fNZcsSkI=\/414x0\/cloudfront-eu-central-1.images.arcpublishing.com\/prisa\/SFWQY5RXYTMGUF2SO3WHYHSFUA.jpg\" alt=\"O nadador Bruno Fratus comemora ap\u00f3s ganhar a medalha de bronze no 50m livres masculinos\"\/><figcaption>O nadador Bruno Fratus comemora ap\u00f3s ganhar a medalha de bronze no 50m livres masculinosHOW HWEE YOUNG \/ EFE<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Bruno Fratus, bronze na nata\u00e7\u00e3o-&nbsp;<\/strong>Com 32 anos, Fratus j\u00e1 \u00e9 um veterano das piscinas&nbsp;<a href=\"https:\/\/olympics.com\/en\/featured-news\/swimming-bruno-fratus-wants-world-record\">e o velocista que mais vezes nadou abaixo de 22 segundos no mundo<\/a>. Somente em Jogos Pan-Americanos ele possui sete medalhas, sendo cinco de ouro e duas de prata \u2014conquistadas entre Guadalajara 2011, Toronto 2015 e Lima 2019. O nadador ainda possui tr\u00eas medalhas de prata e um bronze campeonatos mundiais. Faltava ainda uma medalha ol\u00edmpica. Sua primeira Olimp\u00edada foi em Londres 2012, quando ficou a dois cent\u00e9simos de C\u00e9sar Cielo na prova dos 50 metros livre. Acabou em quarto lugar, enquanto Cielo levou o bronze naquele ano na categoria. As expectativas eram altas para os Jogos Ol\u00edmpicos do Rio 2016, mas Fratus sofreu uma les\u00e3o na regi\u00e3o lombar meses antes. As dores nas costas foram obst\u00e1culo e o velocista acabou em sexto nos 50 metros livre daquele ano.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/noticias\/judo\/#?rel=arch\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Jud\u00f4<\/strong><\/a><\/h4>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.brasil.elpais.com\/resizer\/xCPiagL3h7pZtBPEBplNN4qbfcU=\/414x0\/cloudfront-eu-central-1.images.arcpublishing.com\/prisa\/5SU7XX6UWO5FYVVG2V5B7I7JYQ.jpg\" alt=\"Mayra Aguiar com a terceira medalha de bronze conquistada nas Olimp\u00edadas.\"\/><figcaption>Mayra Aguiar com a terceira medalha de bronze conquistada nas Olimp\u00edadas.SERGIO PEREZ \/ REUTERS<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Mayra Aguiar, bronze no jud\u00f4 &#8211;&nbsp;<\/strong>Bronze na Olimp\u00edada de Londres 2012. Bronze na Rio 2016. E novamente bronze, nos Jogos Ol\u00edmpicos de T\u00f3quio. A ga\u00facha Mayra Aguiar, 29 anos, superou uma s\u00e9ria les\u00e3o e a s\u00e9tima cirurgia da carreira e subiu pela&nbsp;<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/esportes\/jogos-olimpicos\/2021-07-29\/mayra-aguiar-conquista-bronze-historico-para-o-brasil-no-judo-na-olimpiada-de-toquio.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>terceira vez a um p\u00f3dio ol\u00edmpico,<\/strong><\/a>&nbsp;ap\u00f3s terminar na terceira coloca\u00e7\u00e3o no jud\u00f4 feminino, categoria at\u00e9 78kg. \u201cN\u00e3o aguentava mais fazer cirurgia, ainda mais no momento que vivemos, tive medo, ang\u00fastia. Mas continuei. Dar o nosso melhor vale a pena. Estou bem emocionada. Muito importante para mim\u201d, disse a atleta, limpando as l\u00e1grimas do rosto, nesta quinta-feira.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.brasil.elpais.com\/resizer\/pU-S50IEyoFDp24dSw7fvrsnNXQ=\/414x0\/cloudfront-eu-central-1.images.arcpublishing.com\/prisa\/3QTX3X5NTHASUUNPOGMNCBVQAI.jpg\" alt=\"Daniel Cargnin recebe a medalha de bronze do jud\u00f4 categoria 66kg \"\/><figcaption>Daniel Cargnin recebe a medalha de bronze do jud\u00f4 categoria 66kg&nbsp;DAVID GOLDMAN \/ AP<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Daniel Cargnin, bronze no jud\u00f4 &#8211;&nbsp;<\/strong>Aos 23 anos este ga\u00facho de Porto Alegre trouxe a 23\u00aa medalha do jud\u00f4 brasileiro na hist\u00f3ria dos Jogos Ol\u00edmpicos para casa. A conquista do bronze na categoria peso meio-leve (at\u00e9 66 quilos) ocorreu ap\u00f3s luta tensa, contra o israelense Baruch Shmailov. Sua caminhada rumo ao p\u00f3dio foi marcada por les\u00f5es em 2020 e at\u00e9 pela covid-19. Dedicou a vit\u00f3ria \u00e0 m\u00e3e: \u201cAcho que a gente sonhou junto isso, e vou ser bem sincero que queria era pegar, ligar para ela e falar que valeu \u00e0 pena. Quando uma vez estava em um treino, pequeno, voltei chorando porque tinha apanhado muito. Ela falou: \u2018n\u00e3o, Dani, vamos comer alguma coisa e amanh\u00e3 \u00e9 um novo dia.\u201d<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/noticias\/futbol\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Futebol<\/strong><\/a><\/h4>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.brasil.elpais.com\/resizer\/Qj_JRSTbb4t4aVUoeykjYmAIzjA=\/414x0\/cloudfront-eu-central-1.images.arcpublishing.com\/prisa\/Y7II3N5UEGTD5D3Y7HYUT4OIFI.jpg\" alt=\"Brasileiros comemoram ouro no futebol masculino.\"\/><figcaption>Brasileiros comemoram ouro no futebol masculino.THOMAS PETER \/ REUTERS<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Sele\u00e7\u00e3o brasileira, ouro no futebol masculino<\/strong>&nbsp;&#8211; Comandada pelo treinador Andr\u00e9 Jardine, a sele\u00e7\u00e3o brasileira de futebol masculina repetiu o feito do Rio de Janeiro e se tornou bicampe\u00e3 ol\u00edmpica no futebol masculino. O time chegou a T\u00f3quio como um dos favoritos, apostando em estrelas como Daniel Alves e Richarlison, al\u00e9m de promessas do n\u00edvel de Bruno Guimar\u00e3es, Malcom, Antony e Matheus Cunha. Na campanha, passou por Alemanha, Costa do Marfim, Ar\u00e1bia Saudita, Egito e M\u00e9xico antes da final. Na decis\u00e3o,&nbsp;<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/esportes\/jogos-olimpicos\/2021-08-07\/brasil-vence-a-espanha-na-prorrogacao-e-e-bicampeao-olimpico-no-futebol-masculino.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">o Brasil venceu a Espanha por 2 a 1<\/a>. Matheus Cunha e Malcom, j\u00e1 no segundo tempo da prorroga\u00e7\u00e3o, marcaram os gols que deram o ouro ao futebol.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/noticias\/voleibol\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>V\u00f4lei<\/strong><\/a><\/h4>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.brasil.elpais.com\/resizer\/asACUsGrH-uEcqkTHPE528k460k=\/414x0\/cloudfront-eu-central-1.images.arcpublishing.com\/prisa\/HS3HRJVMHWNN6YRC6DDAEUZORY.jpg\" alt=\"Brasil comemora prata no v\u00f4lei feminino.\"\/><figcaption>Brasil comemora prata no v\u00f4lei feminino.YURI CORTEZ \/ AFP<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Sele\u00e7\u00e3o brasileira, prata no v\u00f4lei feminino<\/strong>&nbsp;&#8211; A \u00fanica medalha do v\u00f4lei brasileiro em T\u00f3quio 2020 veio com a sele\u00e7\u00e3o feminina de Jos\u00e9 Roberto Guimar\u00e3es. O Brasil chegou na modalidade desacreditado, mas aproveitou um torneio surpreendente e emendou sete vit\u00f3rias em sete jogos at\u00e9 a final. Na decis\u00e3o, a sele\u00e7\u00e3o precisaria de um jogo perfeito para encarar os Estados Unidos, mas acabou longe do seu melhor n\u00edvel.&nbsp;<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/esportes\/jogos-olimpicos\/2021-08-08\/brasil-perde-para-os-estados-unidos-e-fica-com-a-prata-no-volei-feminino.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A derrota contundente por 3 a 0<\/a>&nbsp;n\u00e3o apagou, no entanto, o brilho de um time comandado por Fernanda Garay, Carol Gattaz, Camila Brait, Gabi e Macris.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/suscripciones.elpais.com\/para-conhecer\/\"><em><strong>Apoie nosso jornalismo. 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