
{"id":6179,"date":"2021-12-25T14:39:14","date_gmt":"2021-12-25T17:39:14","guid":{"rendered":"https:\/\/7ports.com.br\/?p=6179"},"modified":"2022-02-10T01:47:23","modified_gmt":"2022-02-10T04:47:23","slug":"pais-de-menina-milenar-eram-de-duas-especies-humanas-diferentes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/7ports.com.br\/?p=6179","title":{"rendered":"Pais de menina milenar eram de duas esp\u00e9cies humanas diferentes"},"content":{"rendered":"\n<h1 class=\"wp-block-heading\">Nascida h\u00e1 90 mil anos, a crian\u00e7a \u00e9 a primeira evid\u00eancia direta de miscigena\u00e7\u00e3o entre neandertais e seus primos denisovanos.<\/h1>\n\n\n\n<p>POR&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.nationalgeographicbrasil.com\/autor\/maya-wei-haas\">MAYA WEI-HAAS<\/a>PUBLICADO&nbsp;23 DE AGO. DE 2018 17:34 BRT,&nbsp;ATUALIZADO&nbsp;5 DE NOV. DE 2020 03:22 BRT<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/01_neanderthal_denisova_child_nationalgeographic_1190346.jpg?w=1600&amp;h=900\" alt=\"Descoberta em 2008, esta reconstru\u00e7\u00e3o de uma mulher neandertal foi a primeira feita utilizando evid\u00eancia de ...\" title=\"Descoberta em 2008, esta reconstru\u00e7\u00e3o de uma mulher neandertal foi a primeira feita utilizando evid\u00eancia de ...\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Descoberta em 2008, esta reconstru\u00e7\u00e3o de uma mulher neandertal foi a primeira feita utilizando evid\u00eancia de DNA milenar.FOTO DE&nbsp;<strong>PHOTOGRAPHY BY JOE MCNALLY, NATIONAL GEOGRAPHIC CREATIVE<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Quando os resultados surgiram pela primeira vez, a paleogeneticista&nbsp;<a href=\"http:\/\/eva-mpg.academia.edu\/VivianeSlon\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Viviane Slon<\/a>&nbsp;n\u00e3o acreditou. \u201cO que saiu errado?\u201d ela lembra de ter se perguntado na \u00e9poca. Ela se concentrou imediatamente na an\u00e1lise. Ser\u00e1 que ela havia cometido algum erro? A amostra poderia estar contaminada?<\/p>\n\n\n\n<p>Os dados revelaram a ela que a lasca de osso de aproximadamente 90 mil anos de idade que ela havia testado era de uma adolescente que tinha uma m\u00e3e neandertal e um pai denisovano. Os pesquisadores h\u00e1 muito suspeitavam que&nbsp;<a href=\"https:\/\/ghr.nlm.nih.gov\/primer\/dtcgenetictesting\/neanderthaldna\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">esses dois grupos de parentes humanos milenares se miscigenaram<\/a>, encontrando sinais de ambos os genes em genomas humanos antigos e modernos. Mas ningu\u00e9m jamais havia encontrado um descendente direto desse cruzamento.<\/p>\n\n\n\n<p>Slon, p\u00f3s-doutorada do Instituto Max Planck em Leipzig, realizou a amostragem do osso a partir de outro ponto; ela obteve o mesmo resultado. Ent\u00e3o, ela repetiu. Depois de realizar testes em um total de seis amostras, os resultados sempre eram os mesmos: O osso apresentava quantidades quase iguais de DNA de um neandertal e de um denisovano.<\/p>\n\n\n\n<p>O achado emblem\u00e1tico,&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41586-018-0455-x\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">publicado esta semana na revista cient\u00edfica&nbsp;<em>Nature<\/em><\/a>, marca a primeira evid\u00eancia definitiva da descend\u00eancia direta da miscigena\u00e7\u00e3o entre essas esp\u00e9cies milenares e est\u00e1 ajudando a formar o nosso conhecimento sobre as intera\u00e7\u00f5es entre homininos.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/02_neanderthal_denisova_child_nationalgeographic_1570448.jpg?w=710&amp;h=1065\" alt=\"A Caverna de Denisova da Sib\u00e9ria \u00e9 o \u00fanico lugar conhecido que guarda restos de neandertais, ...\" title=\"A Caverna de Denisova da Sib\u00e9ria \u00e9 o \u00fanico lugar conhecido que guarda restos de neandertais, ...\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>A Caverna de Denisova da Sib\u00e9ria \u00e9 o \u00fanico lugar conhecido que guarda restos de neandertais, denisovanos e de humanos do in\u00edcio dos tempos modernos.FOTO DE&nbsp;<strong>ROBERT CLARK, NATIONAL GEOGRAPHIC<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u201c\u00c9 incr\u00edvel poder descobrir algo desse tipo\u201d, diz&nbsp;<a href=\"https:\/\/reich.hms.harvard.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">David Reich<\/a>, um geneticista de Harvard que n\u00e3o fazia parte do trabalho. \u201cParecia improv\u00e1vel que pud\u00e9ssemos testemunhar um acontecimento desses, um indiv\u00edduo que realmente fosse o produto de um h\u00edbrido de primeira gera\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o, quem foi essa crian\u00e7a milenar e o que seu f\u00f3ssil significa para o nosso conhecimento da jornada humana?<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Quem foram os denisovanos?<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Os denisovanos s\u00e3o uma inclus\u00e3o bastante recente \u2013 e ainda muito misteriosa \u2013 ao nosso conhecimento da \u00e1rvore geneal\u00f3gica humana.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2010, uma equipe internacional liderada por&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.eva.mpg.de\/genetics\/staff\/paabo\/home.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Svante P\u00e4\u00e4bo<\/a>&nbsp;do Instituto Max Planck de Antropologia Evolutiva&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/nature09710\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">anunciou<\/a>&nbsp;sua descoberta de&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/science\/phenomena\/2010\/12\/23\/denisovans-ordinary-humans-with-extraordinary-genes\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">DNA hominino incomum em um osso do dedo mindinho e em um dente do siso<\/a>&nbsp;encontrados na&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/magazine\/2013\/07\/missing-ancestor\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">caverna de Denisova nas Montanhas Altai da Sib\u00e9ria<\/a>. Esse hominino recentemente descrito recebeu o nome de denisovano, em homenagem \u00e0 caverna.<\/p>\n\n\n\n<p>Um estudo adicional mostrou que os&nbsp;<a href=\"https:\/\/news.nationalgeographic.com\/2015\/11\/151116-denisovan-human-anthropology-ancient-dna\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">denisovanos eram um grupo irm\u00e3o dos neandertais<\/a>, divididos de um ancestral com aproximadamente 390 mil anos atr\u00e1s. \u00c9 prov\u00e1vel que eles tenham&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/nature13621\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">vivido at\u00e9 aproximadamente 40 mil anos atr\u00e1s<\/a>, por volta da \u00e9poca em que os neandertais tamb\u00e9m estavam come\u00e7ando a desaparecer.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas ainda h\u00e1 muitas quest\u00f5es. Como eram seus tra\u00e7os? Em quantos eram? Eles viveram apenas nas proximidades dessa \u00fanica caverna siberiana? O problema \u00e9 que os vest\u00edgios de denisovanos s\u00e3o extremamente escassos. Tudo o que os cientistas sabem sobre eles foi extra\u00eddo de vest\u00edgios escassos \u2013 apenas tr\u00eas dentes e um dedo mindinho \u2013 de&nbsp;<a href=\"http:\/\/advances.sciencemag.org\/content\/3\/7\/e1700186\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">quatro indiv\u00edduos denisovanos<\/a>, todos encontrados na mesma caverna.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>De onde veio esse osso novo?<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>O osso do mais recente estudo foi encontrado em 2012 e tamb\u00e9m \u00e9 origin\u00e1rio da caverna de Denisova. A nova an\u00e1lise sugere que o fragmento \u00e9 do bra\u00e7o ou da perna de uma adolescente que morreu por volta dos 13 anos de idade h\u00e1 aproximadamente 90 mil anos.<\/p>\n\n\n\n<p>Quanto ao seu tamanho, o fragmento \u00e9 irreconhec\u00edvel como um osso de hominino \u00e0 primeira vista. Por esse motivo, ele foi inicialmente deixado de lado para uma an\u00e1lise posterior com milhares de outros peda\u00e7os de osso encontrados na caverna, incluindo f\u00f3sseis de&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.wondermondo.com\/denisova-cave\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">le\u00f5es, ursos, hienas, e outros mais<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/03_neanderthal_denisova_child_nationalgeographic_1570449.jpg?w=710&amp;h=1065\" alt=\"Os cientistas extra\u00edram tudo o que sabemos sobre os denisovanos a partir de apenas tr\u00eas dentes ...\" title=\"Os cientistas extra\u00edram tudo o que sabemos sobre os denisovanos a partir de apenas tr\u00eas dentes ...\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Os cientistas extra\u00edram tudo o que sabemos sobre os denisovanos a partir de apenas tr\u00eas dentes e de um osso do dedo mindinho.FOTO DE&nbsp;<strong>ROBERT CLARK, NATIONAL GEOGRAPHIC<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>V\u00e1rios anos depois,&nbsp;<a href=\"http:\/\/oxford.academia.edu\/SamanthaBrown\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Samantha Brown<\/a>, da Universidade de Oxford estava realizando uma classifica\u00e7\u00e3o entre os milhares de fragmentos, estudando as prote\u00ednas do col\u00e1geno dos ossos para descobrir do que se tratava cada um. Utilizando esse m\u00e9todo, ela identificou o osso como hominino. Foi quando Slon teve acesso a ele.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Como sabemos que este hominino era h\u00edbrido?<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>A primeira coisa que Slon fez foi estudar o DNA mitocondrial do fragmento \u2013 material gen\u00e9tico passado da m\u00e3e para o filho. Os resultados,&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/srep23559\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">publicados na revista&nbsp;<em>Nature<\/em>&nbsp;em 2016<\/a>, confirmaram que o osso pertenceu a um hominino com uma m\u00e3e neandertal.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cIsso j\u00e1 foi muito empolgante\u201d, diz Slon. \u201cE ficou ainda mais empolgante quando come\u00e7amos a examinar o DNA nuclear.\u201d O DNA nuclear \u00e9 herdado tanto da m\u00e3e quanto do pai, o que permite que os cientistas tracem a linhagem paterna do hominino milenar.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cFoi quando percebemos que havia uma caracter\u00edstica aut\u00eantica nesse osso\u201d, conta ela.<\/p>\n\n\n\n<p>Para come\u00e7ar, a linhagem paterna combinava claramente com a assinatura gen\u00e9tica dos denisovanos. Al\u00e9m disso, a crian\u00e7a apresentava uma quantidade surpreendentemente elevada de diversidade em seu genoma geral \u2013 um conceito conhecido como heterozigosidade que pode indicar aos cientistas o grau de parentesco dos seus pais. Se seus pais fossem primos, voc\u00ea teria baixa heterozigosidade. Se eles fossem de esp\u00e9cies totalmente diferentes de homininos, a heterozigosidade seria alta.<\/p>\n\n\n\n<p>E esse osso rec\u00e9m-sequenciado? \u201cEle \u00e9 abundantemente heterozigoto\u201d, diz&nbsp;<a href=\"https:\/\/campusdirectory.ucsc.edu\/cd_detail?uid=regreen\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Richard E. Green<\/a>, bi\u00f3logo computacional da Universidade da Calif\u00f3rnia, Santa Cruz, que n\u00e3o participou do estudo. \u201c\u00c9 exatamente isso que impressiona&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Eu poderia ter parentesco com esses homininos milenares?<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>A miscigena\u00e7\u00e3o certamente n\u00e3o fica limitada aos denisovanos e neandertais. Assim que os neandertais deixaram a \u00c1frica, eles&nbsp;<a href=\"https:\/\/news.nationalgeographic.com\/news\/2010\/05\/100506-science-neanderthals-humans-mated-interbred-dna-gene\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">provavelmente come\u00e7aram a se reproduzir com humanos modernos<\/a>. Atualmente, aproximadamente&nbsp;<a href=\"https:\/\/genographic.nationalgeographic.com\/neanderthal\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">dois por cento do DNA<\/a>&nbsp;da maioria dos europeus e asi\u00e1ticos s\u00e3o neandertais. Tamb\u00e9m existem sinais de denisovanos.&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/nature09710\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Quatro a seis<\/a>&nbsp;por cento dos genomas melanesianos modernos s\u00e3o origin\u00e1rios desse hominino milenar.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 dif\u00edcil dizer se voc\u00ea tem parentesco direto com esse hominino miscigenado. Contudo, observa Reich, todas as pessoas com descend\u00eancia Denisovana apresentam alguma quantidade de descend\u00eancia neandertal.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>A miscigena\u00e7\u00e3o de homininos era comum?<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>O novo estudo sugere que a miscigena\u00e7\u00e3o passada pode ter sido muito mais comum do que se pode pensar. Apenas um grupo desses homininos milenares foi sequenciado e os cientistas j\u00e1 encontraram uma descend\u00eancia de primeira gera\u00e7\u00e3o, diz Slon, chamando as chances de &#8220;muito surpreendentes&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 poss\u00edvel que isso seja um vi\u00e9s da amostragem, observa Green. As cavernas tendem a preservar bem os ossos e talvez eles apenas estejam no lugar onde diversos grupos se reuniram. \u201cElas eram os bares de solteiros da Eur\u00e1sia Plistocena\u201d, observa ele.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas parece que quanto mais procuramos, mais miscigena\u00e7\u00e3o encontramos: O pai denisovano dessa adolescente tamb\u00e9m apresenta tra\u00e7os de parentes neandertais. E em 2015,&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/nature14558\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">os pesquisadores anunciaram<\/a>&nbsp;a descoberta de uma mand\u00edbula humana encontrada em uma caverna na Rom\u00eania que apresentava ancestrais neandertais de quatro a seis gera\u00e7\u00f5es atr\u00e1s.<\/p>\n\n\n\n<p>A nova descoberta est\u00e1 nos mostrando um mundo milenar no qual a miscigena\u00e7\u00e3o acontecia livremente entre os homininos de todos os estilos de vida, diz Reich. \u201cEsse tipo de descoberta transforma e muda qualitativamente nosso conhecimento sobre o mundo\u201d, diz ele. \u201cE isso \u00e9 muito empolgante\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nascida h\u00e1 90 mil anos, a crian\u00e7a \u00e9 a primeira evid\u00eancia direta de miscigena\u00e7\u00e3o entre neandertais e seus primos denisovanos. POR&nbsp;MAYA WEI-HAASPUBLICADO&nbsp;23 DE AGO. 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