
{"id":8569,"date":"2024-10-01T20:19:01","date_gmt":"2024-10-01T23:19:01","guid":{"rendered":"https:\/\/7ports.com.br\/?p=8569"},"modified":"2024-10-01T20:22:51","modified_gmt":"2024-10-01T23:22:51","slug":"amapa-vai-liderar-a-exploracao-de-petroleo-e-se-tornara-um-estado-rico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/7ports.com.br\/?p=8569","title":{"rendered":"Amap\u00e1 vai liderar a explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo e se tornar\u00e1 um estado rico!"},"content":{"rendered":"\n<h1 class=\"wp-block-heading\">Pr\u00f3s e contras da explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo na costa do Amap\u00e1<\/h1>\n\n\n\n<p id=\"viewer-y8d6g138\"><em>O que pensam as autoridades, os especialistas e os moradores diante dessa possibilidade?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-stkeg142\"><em>Por Giovanna Moramay Lins e Jo\u00e3o Pedro Duarte<\/em><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/static.wixstatic.com\/media\/5c04ff_ad8705ea80734b049f0e5e5ef5c4de98~mv2.jpg\/v1\/fill\/w_740,h_494,al_c,q_85,usm_0.66_1.00_0.01,enc_auto\/5c04ff_ad8705ea80734b049f0e5e5ef5c4de98~mv2.jpg\" alt=\"\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Reservas de petr\u00f3leo podem estar situadas na costa do Amap\u00e1, no munic\u00edpio de Oiapoque que faz fronteira com a Guiana Francesa | Foto: Maksuel Martins\/GEA.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p id=\"viewer-85g08144\">A Petrobras tem interesse nas reservas de petr\u00f3leo na costa do estado do Amap\u00e1, desencadeando intensos debates sobre uma poss\u00edvel explora\u00e7\u00e3o. Enquanto a empresa argumenta que essa explora\u00e7\u00e3o \u00e9 vital para assegurar recursos naturais, fortalecer a economia e preservar a soberania do pa\u00eds, grupos ambientalistas e cr\u00edticos levantam preocupa\u00e7\u00f5es pertinentes, como um poss\u00edvel derramamento de petr\u00f3leo e impacto no modo de vida da popula\u00e7\u00e3o local.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-913fk146\">A possibilidade de explorar petr\u00f3leo na costa do Amap\u00e1 foi levantada em 2013, quando foi observado que a Foz do Rio Amazonas, no per\u00edmetro da costa do Amap\u00e1 at\u00e9 a Ilha do Maraj\u00f3, possui potencial para descoberta de g\u00e1s e \u00f3leo leve. Em maio do mesmo ano, a Ag\u00eancia Nacional de Petr\u00f3leo (ANP) leiloou 14 blocos para explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo no litoral do Amap\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-ig70q148\">Em 2018, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renov\u00e1veis (Ibama) negou a licen\u00e7a para a empresa francesa Total, ap\u00f3s observar falhas nas propostas. A dificuldade de licenciar os po\u00e7os levou a empresa a desistir da empreitada e vender suas participa\u00e7\u00f5es \u00e0 Petrobras.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-rkd68150\">Em outubro de 2023, o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, afirmou que espera receber em 2024 a licen\u00e7a para perfurar um po\u00e7o na bacia da Foz do Amazonas.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-vo3x2152\"><strong>O que dizem as autoridades?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-6mj0s154\">Conforme o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, pesquisas realizadas pela Petrobras indicam que um \u00fanico bloco na Foz do Rio Amazonas pode conter reservas de mais de 5,6 bilh\u00f5es de barris de petr\u00f3leo.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-8oqtf156\">O presidente Lu\u00eds In\u00e1cio Lula da Silva declarou em agosto deste ano que o Amap\u00e1 pode seguir sonhando com a possibilidade da explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo. Em setembro, Lula defendeu a necessidade do Brasil realizar pesquisas e averiguar se, de fato, h\u00e1 po\u00e7os vi\u00e1veis para extra\u00e7\u00e3o: \u201cN\u00e3o foi pesquisado ainda. \u00c9 imposs\u00edvel saber antes de pesquisar. Voc\u00ea pode pesquisar, descobrir que tem muita coisa, a\u00ed vai se discutir como fazer a explora\u00e7\u00e3o daquilo\u201d, disse em coletiva de imprensa durante a C\u00fapula do G20.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-8wzu7158\">A postura do governo vai de encontro com o posicionamento de Marina Silva, ministra do Meio Ambiente e Mudan\u00e7a do Clima, que exp\u00f4s preocupa\u00e7\u00e3o com os impactos ambientais causados pela explora\u00e7\u00e3o. \u201cA licen\u00e7a (do Ibama) n\u00e3o foi dada em raz\u00e3o de insufici\u00eancias no estudo de impacto ambiental e nas solu\u00e7\u00f5es apresentadas\u201d, afirmou a ministra durante a Comiss\u00e3o de Infraestrutura do Senado (CI), tamb\u00e9m em setembro.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-ryvgd160\">A classe pol\u00edtica do Amap\u00e1, em sua maioria, apoia a perfura\u00e7\u00e3o na costa do estado. O senador Randolfe Rodrigues defende possibilidade de explora\u00e7\u00e3o desde 2013, quando a quest\u00e3o foi primeiramente levantada: &#8220;Essa \u00e9 uma oportunidade para o Amap\u00e1, mas para ser aproveitada \u00e9 fundamental o esclarecimento e a prepara\u00e7\u00e3o da sociedade amapaense para os investimentos futuros e para essa prov\u00e1vel nova realidade&#8221;, ressaltou o senador na \u00e9poca. Como muitos pol\u00edticos locais, Randolfe enxerga o petr\u00f3leo como um meio para maiores investimentos no Amap\u00e1, n\u00e3o s\u00f3 do setor privado, mas principalmente do Governo Federal.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-uvhd1162\"><strong>O que dizem os especialistas?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-4tqts164\">O professor Jadson Porto, do curso de Arquitetura da Universidade Federal do Amap\u00e1 (Unifap), acredita que a polariza\u00e7\u00e3o diante da quest\u00e3o \u00e9, principalmente, fruto da falta de conhecimento aprofundado. \u201cQuando questionamos, n\u00f3s procuramos verificar as vantagens e as desvantagens. O que eu tenho percebido \u00e9 que qualquer que seja a postura, quem se diz a favor apresenta uma leitura muito min\u00fascula com foco em apenas uma parte. Quem se posiciona contra, idem\u201d, diz Jadson.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/static.wixstatic.com\/media\/5c04ff_99a0f7bc7bc8494691a025a1d63cdbab~mv2.jpg\/v1\/fill\/w_740,h_333,al_c,q_80,usm_0.66_1.00_0.01,enc_auto\/5c04ff_99a0f7bc7bc8494691a025a1d63cdbab~mv2.jpg\" alt=\"\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Professor Jadson explica como funciona o processo de explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo | Foto: Giovanna Moramay<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p id=\"viewer-1uwvi168\">Para o professor Marcelo Jos\u00e9 de Oliveira, formado em Geografia e docente do curso de Arquitetura da Unifap, a discuss\u00e3o est\u00e1 acontecendo a partir de um pressuposto que a extra\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo acontecer\u00e1, quando, na realidade, ainda n\u00e3o h\u00e1 confirma\u00e7\u00e3o de que existem po\u00e7os vi\u00e1veis na costa do Amap\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-womby170\">\u201cExistem v\u00e1rios passos antes de chegar at\u00e9 a explora\u00e7\u00e3o de fato, caso seja encontrada qualquer complica\u00e7\u00e3o no caminho, ela n\u00e3o ser\u00e1 feita, o po\u00e7o ser\u00e1 fechado, tal qual as tentativas anteriores. Tivemos furos feitos e devidamente fechados desde a d\u00e9cada de 80 &#8220;, diz Marcelo.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-cccvt172\">Not\u00edcias como essa t\u00eam efeitos diretos nas a\u00e7\u00f5es da Petrobras na Bolsa de Valores, ent\u00e3o h\u00e1 um interesse em fazer parecer a explora\u00e7\u00e3o do petr\u00f3leo na bacia amapaense mais certa e encaminhada do que realmente \u00e9. Os professores estipulam que, em tr\u00eas dias, houve uma movimenta\u00e7\u00e3o de bilh\u00f5es de d\u00f3lares em a\u00e7\u00f5es baseadas apenas na especula\u00e7\u00e3o de uma nova fonte de petr\u00f3leo.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-o0glb174\">A escolha de mudar a linguagem para falar do petr\u00f3leo, trocando explora\u00e7\u00e3o por pesquisa, \u00e9 parte desse projeto midi\u00e1tico: \u201cA m\u00eddia tamb\u00e9m tem o papel de normalizar a possibilidade para a popula\u00e7\u00e3o, at\u00e9 mesmo converter a opini\u00e3o p\u00fablica em favor\u201d, completa Marcelo.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-h33w8176\"><strong>Mas h\u00e1 risco de vazamento de \u00f3leo?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-dqyz6178\">Com a possibilidade de extra\u00e7\u00e3o, uma das preocupa\u00e7\u00f5es levantadas s\u00e3o as poss\u00edveis consequ\u00eancias de um acidente ambiental, como um derramamento de \u00f3leo no litoral amapaense. Ambos professores compreendem a preocupa\u00e7\u00e3o, mas expressam que a probabilidade \u00e9 muito pequena.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-yeroa180\">\u201cA Petrobras possui equipamentos e m\u00e3o de obra especializada, no primeiro momento v\u00e3o come\u00e7ar buscando petr\u00f3leo, ent\u00e3o fazer os passos para verificar o material. Ainda que ocorra um impasse na explora\u00e7\u00e3o, a empresa possui planos de conting\u00eancia para qualquer situa\u00e7\u00e3o de poss\u00edvel vazamento\u201d, explica o professor Marcelo.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-f25cm182\">O especialista enfatiza que a oposi\u00e7\u00e3o pode ser baseada em desinforma\u00e7\u00e3o e sublinha que v\u00e1rias etapas rigorosas precedem a efetiva explora\u00e7\u00e3o. Ele destaca a import\u00e2ncia do licenciamento ambiental para garantir que, caso surjam complica\u00e7\u00f5es significativas, a explora\u00e7\u00e3o seja interrompida.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/static.wixstatic.com\/media\/5c04ff_06a3848ced39467e9017b57fed4bab82~mv2.jpg\/v1\/fill\/w_740,h_333,al_c,q_80,usm_0.66_1.00_0.01,enc_auto\/5c04ff_06a3848ced39467e9017b57fed4bab82~mv2.jpg\" alt=\"\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Professor Marcelo destaca a import\u00e2ncia do licenciamento ambiental para garantir a seguran\u00e7a ambiental e social | Foto: Jo\u00e3o Pedro Duarte<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p id=\"viewer-i8fo6186\">N\u00e3o \u00e9 a primeira vez que o Amap\u00e1 vira t\u00f3pico nacional devido \u00e0 oportunidade de grandes neg\u00f3cios. Entre 1944 e 1997, toda a atividade econ\u00f4mica e social do munic\u00edpio girava em torno da minera\u00e7\u00e3o na Serra do Navio. Com o fim das atividades da empresa, o que restou para o munic\u00edpio e sua popula\u00e7\u00e3o, foram os passivos ambientais de mais de uma d\u00e9cada de atividades da Icomi. A Vila Serra do Navio, hoje, arca com as consequ\u00eancias de um projeto de desenvolvimento marcado pela concentra\u00e7\u00e3o de renda e inexist\u00eancia de qualquer tipo de preocupa\u00e7\u00e3o com a sa\u00fade ambiental ou coletiva.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-utstb188\">Com 30 anos de pesquisa sobre o Amap\u00e1, o professor Jadson traz uma reflex\u00e3o sobre a perspectiva de desenvolvimento da regi\u00e3o. \u201cN\u00e3o \u00e9 Amap\u00e1, s\u00e3o amapaenses, \u00e9 plural. Podemos ver, enquanto territ\u00f3rio federal, enquanto estado, pela perspectiva geogr\u00e1fica e social. Como tem se comportado como um grande neg\u00f3cio durante todos esses anos, como tem sido visto? Como questionador, eu fa\u00e7o a pergunta: <strong>um grande neg\u00f3cio para quem? Quem est\u00e1 ganhando isso?<\/strong>\u201d, destaca.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-etts7190\"><strong>O que dizem os moradores?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-xtatc192\">Maria Eduarda de Barros Lima \u00e9 auxiliar de sa\u00fade bucal, residente do munic\u00edpio de Oiapoque, assim como boa parte de sua fam\u00edlia. Para ela, a maioria da popula\u00e7\u00e3o tem uma vis\u00e3o positiva da explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo ao verem uma oportunidade para movimenta\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o. \u201cMuitas pessoas j\u00e1 est\u00e3o deixando suas cidades e vindo para Oiapoque, pois sabem que quando a Petrobras iniciar os trabalhos a cidade vai dar um UP, em oportunidades de trabalho, renda, turismo\u201d, comenta.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-nw8md194\">No entanto, Maria Eduarda admite que o hist\u00f3rico de tentativas falhas de explorar os recursos do Amap\u00e1 \u00e9 uma preocupa\u00e7\u00e3o, visto que afeta diretamente o modo de vida de todos. \u201cDesde que a Petrobras chegou, os pre\u00e7os aumentaram, o prato que era 20 agora \u00e9 50, pois \u00e9 uma empresa de grande porte. Querendo ou n\u00e3o, a cidade melhorou e empresas que, jamais viriam para c\u00e1, est\u00e3o vindo como linhas a\u00e9reas nacionais\u201d, complementa Maria. H\u00e1 uma preocupa\u00e7\u00e3o da economia do munic\u00edpio se tornar totalmente dependente da presen\u00e7a da empresa, como j\u00e1 aconteceu em outras \u00e1reas do Amap\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-5t54x196\">Membros da col\u00f4nia de pescadores do Oiapoque demonstram preocupa\u00e7\u00e3o com impactos ambientais causados pela perfura\u00e7\u00e3o de po\u00e7os de petr\u00f3leo, principalmente com um poss\u00edvel derramamento de \u00f3leo. Cerca de 70% da economia do munic\u00edpio adv\u00e9m da pesca, no entanto, os pescadores e outros grupos com questionamentos similares n\u00e3o foram convidados para nenhuma reuni\u00e3o, debate ou audi\u00eancia p\u00fablica sobre o tema.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-fehh0198\">Clariane Moraes, aut\u00f4noma e moradora do Oiapoque, faz coro com essas preocupa\u00e7\u00f5es. Enquanto admite que existem pontos positivos, como a movimenta\u00e7\u00e3o do aeroporto e a gera\u00e7\u00e3o de novos tipos de emprego, sua vis\u00e3o \u00e9 mais dura. \u201cA Petrobras prefere investir em pessoas de fora, j\u00e1 n\u00e3o vejo vantagem para os residentes que lidam com alta dos pre\u00e7os de aluguel, alimentos e lazer sem garantia de retorno na forma de trabalho. Os riscos s\u00e3o maiores que os benef\u00edcios, n\u00e3o somos n\u00f3s pessoas comuns que vamos receber royalties\u201d, declara a moradora.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-aohs5200\">Clariane, que trabalha prestando servi\u00e7os de desenvolvimento empreendedor, enxerga outras oportunidades de investimento menos arriscadas e que trariam benef\u00edcios similares, como o ecoturismo inexplorado na regi\u00e3o. \u201cMas isso n\u00e3o \u00e9 do interesse dos representantes do estado &#8211; a maioria nunca veio aqui, n\u00e3o conhecem nossa BR, n\u00e3o sabem nossas dificuldades, s\u00f3 nos enxergam como um bom col\u00e9gio eleitoral\u201d, diz ela.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/static.wixstatic.com\/media\/5c04ff_0633a08614a04e72b1f2d5ae7aef99b4~mv2.jpeg\/v1\/fill\/w_740,h_555,al_c,q_85,usm_0.66_1.00_0.01,enc_auto\/5c04ff_0633a08614a04e72b1f2d5ae7aef99b4~mv2.jpeg\" alt=\"\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Ecoturismo no Amap\u00e1 pode ser uma oportunidade de investimento sem riscos e retornos vi\u00e1veis| Foto: Giovanna Moramay Lins<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p id=\"viewer-1yzkb204\">Embora os especialistas e pol\u00edticos acreditam que n\u00e3o haja impacto socioambiental severos na regi\u00e3o, os moradores, uma parcela cr\u00edtica da popula\u00e7\u00e3o, teme que a empreitada seja mais uma movimenta\u00e7\u00e3o sem retornos positivos. Mas tamb\u00e9m se mostram favor\u00e1veis e mant\u00eam um olhar positivo diante da possibilidade.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-hefpm206\">\u201cMeu povo est\u00e1 cansado de n\u00e3o ver melhora dia ap\u00f3s dia e, mesmo que eu n\u00e3o queira a instala\u00e7\u00e3o, eu entendo a maioria querer. Seria hipocrisia da minha parte n\u00e3o entender,<strong> pois \u00e9 uma opini\u00e3o baseada na esperan\u00e7a<\/strong>\u201d, reflete Clariane.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-s61yc208\"><em>*Reportagem produzida na disciplina de Jornalismo Ambiental ministrada pela professora Laiza Mangas<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pr\u00f3s e contras da explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo na costa do Amap\u00e1 O que pensam as autoridades, os especialistas e os moradores diante dessa possibilidade? Por Giovanna Moramay Lins e Jo\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":8571,"comment_status":"closed","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/7ports.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/8569"}],"collection":[{"href":"https:\/\/7ports.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/7ports.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/7ports.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/7ports.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=8569"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/7ports.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/8569\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8572,"href":"https:\/\/7ports.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/8569\/revisions\/8572"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/7ports.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/8571"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/7ports.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=8569"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/7ports.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=8569"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/7ports.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=8569"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}