7 PORTOS
CARTA TÉCNICA E OPERACIONAL
Arquitetura do Ecossistema

A 7 Portos é um ecossistema integrado de presença digital e territorial destinado a conectar pessoas, atividades econômicas, comunicação, comércio, produtos, serviços e oportunidades, aproximando o ambiente digital da realidade de cada cidade.

Sua arquitetura foi concebida para permitir crescimento contínuo sem transferir ao usuário a complexidade decorrente desse crescimento.

A complexidade pode crescer por dentro, mas a experiência deve permanecer simples por fora.

Esta Carta estabelece os princípios técnicos e operacionais que deverão orientar funcionários, parceiros, clientes, fornecedores, franqueados e desenvolvedores na implantação e evolução da 7 Portos.

1. ACESSO E PLATAFORMA

A 7 Portos funciona como porta de entrada para um conjunto integrado de ambientes, produtos e serviços.

Sua organização deve obedecer ao princípio de que o usuário precisa compreender rapidamente:

ONDE ESTÁ → O QUE PODE FAZER → COMO FAZER → PARA ONDE IRÁ → COMO RETORNAR

O acesso aos diferentes ambientes deverá preservar uma identidade comum, permitindo que o usuário reconheça que continua dentro do ecossistema 7 Portos.

A plataforma poderá crescer em quantidade de serviços, tecnologias, parceiros, usuários e territórios sem que esse crescimento provoque uma multiplicação desordenada de comandos e caminhos.

Nenhum nível de navegação, decisão ou operação deverá apresentar mais de cinco vetores principais ao usuário.

Quando forem necessárias mais possibilidades, deverá ser criado um novo nível de organização. Nesse novo nível, a mesma regra se repete. É uma arquitetura fractal: cinco podem conduzir a outros cinco, que poderão conduzir a outros cinco, permitindo expansão contínua sem destruir a simplicidade da interface.

2. CADASTRO, IDENTIDADE E CASAS

O cadastramento estabelece o vínculo do usuário com o ecossistema. A partir dele, informações de identidade, localização e relacionamento poderão permitir que os diferentes ambientes da 7 Portos trabalhem de forma integrada.

As Casas constituem espaços organizados de presença dentro da plataforma.

A Casa Virtual representa essencialmente a pessoa e sua presença digital.

A Casa de Atividades Econômicas representa a atividade econômica, permitindo apresentar empresas, empreendedores, profissionais, produtores, cooperativas, produtos, serviços e oportunidades.

A Casa Office deverá oferecer ambiente destinado às atividades de trabalho, organização e recursos profissionais definidos para essa finalidade.

Esses ambientes não devem funcionar como sistemas isolados. Devem formar partes relacionadas de uma mesma identidade digital. O objetivo é evitar que o usuário tenha de reconstruir sua identidade a cada serviço utilizado.

3. COMUNICAÇÃO E CONTEÚDO

A comunicação constitui uma das estruturas centrais da 7 Portos. A 7 PRESS — Agência de Notícias integra os meios de informação e comunicação do ecossistema.

TELEVISÃO | RÁDIO | POSTS | CHATS | TELEFONIA CELULAR

Esses recursos deverão aproximar pessoas, comunidades, empresas e territórios, permitindo circulação de informações e produção de conteúdo desde a realidade local até ambientes de maior alcance.

A comunicação deve funcionar nos dois sentidos: do mundo para a cidade e da cidade para o mundo.

A 7 Portos não pretende transformar cada usuário em especialista em tecnologia. A tecnologia deverá operar como infraestrutura para que o usuário consiga comunicar-se utilizando caminhos compreensíveis.

4. E-COMMERCE E ATIVIDADES ECONÔMICAS

O E-Commerce constitui a camada de negócios do ecossistema. Sua função é aproximar compradores, vendedores, empresas, profissionais, produtores, fornecedores e parceiros.

A Casa de Atividades Econômicas oferece a identidade econômica; o E-Commerce proporciona os mecanismos necessários para transformar essa presença em relacionamento comercial.

IDENTIDADE → PRODUTO/SERVIÇO → NEGOCIAÇÃO → TERRITÓRIO → SUPORTE

Produtos e serviços poderão ser relacionados à sua origem, empresa, usuário e território. A integração deverá permitir que uma oportunidade encontrada digitalmente possa, quando necessário, receber suporte territorial da Rede de PORTOS.

O princípio da Última Milha é fundamental nessa estrutura. A tecnologia deve conseguir chegar ao município, ao bairro e, finalmente, à pessoa.

5. PORTOS, CEP E ÚLTIMA MILHA

Os PORTOS — Rede de Lojas constituem a presença física da 7 Portos. Eles são o elo territorial entre o ecossistema digital e a vida cotidiana das pessoas.

O CEP assume papel estratégico nessa integração. A partir dele, o sistema poderá relacionar o usuário ao território e permitir a localização do Porto correspondente ou mais adequado ao atendimento.

Um Mapa Virtual dos PORTOS deverá facilitar essa localização para usuários cadastrados, clientes e também transeuntes.

Se a pessoa precisar da presença física da 7 Portos, deverá conseguir encontrar seu Porto com facilidade.

A REGRA OPERACIONAL DOS CINCO

A regra dos cinco não deverá ser entendida apenas como escolha estética de menus. Ela é um princípio de organização da 7 Portos.

Sempre que um processo estiver se tornando excessivamente complexo, a primeira providência deverá ser verificar se existem mais de cinco vetores sendo apresentados simultaneamente. Se existirem, a solução será organizar, agrupar e criar hierarquia.

ATÉ 5 VETORES → NOVO NÍVEL → ATÉ 5 VETORES → NOVO NÍVEL → ATÉ 5 VETORES

Essa disciplina deverá orientar progressivamente menus, painéis, cadastros, procedimentos e serviços. Não pretendemos limitar o crescimento da 7 Portos a cinco possibilidades. Pretendemos impedir que o crescimento produza desorganização.

ARQUITETURA DIGITAL E TERRITORIAL

PRESENÇA DIGITAL ↔ PRESENÇA FÍSICA

No ambiente digital estão a identidade, as Casas, comunicação, conteúdo, E-Commerce, produtos, serviços e relacionamentos. No território estão as cidades, os CEPs, as comunidades, os clientes e os PORTOS.

A tecnologia permite escala. O território proporciona proximidade. A integração das duas permite que a 7 Portos tenha capacidade global sem abandonar a Última Milha.

ORIENTAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO

1. PARA QUEM?

Quem utilizará esta função?

2. PARA QUÊ?

Qual problema concreto ela resolve?

3. ONDE?

Em qual vetor do ecossistema ela pertence?

4. COMO?

Qual é o caminho mais simples para executá-la?

5. COMO SE INTEGRA?

Com quais outros elementos da 7 Portos ela deverá conversar?

Se uma nova funcionalidade não encontrar posição lógica na arquitetura, ela deverá ser estudada antes de simplesmente ser acrescentada ao sistema.

O desenvolvimento deve servir à arquitetura. A arquitetura não deverá ser deformada para acomodar cada novidade tecnológica.

CRESCER SEM SE PERDER

A 7 Portos foi concebida para crescer. O crescimento poderá trazer novos usuários, empresas, parceiros, produtos, serviços, tecnologias, cidades e PORTOS. Por isso, organização não é apenas uma necessidade presente. É uma proteção para o futuro.

O sucesso não deverá transformar simplicidade em confusão. Quanto maior for o ecossistema, maior deverá ser nossa disciplina para preservar sua lógica.

A tecnologia mudará. Os equipamentos mudarão. Os meios de comunicação mudarão. As necessidades das pessoas também mudarão. Nossa arquitetura deverá estar preparada para absorver essas transformações sem perder sua finalidade principal: usar a tecnologia para aproximar pessoas, negócios e territórios.

7 PORTOS — SUA PRESENÇA DIGITAL

ENTRAR → IDENTIFICAR-SE → CONECTAR-SE → NEGOCIAR → ENCONTRAR SEU PORTO
ATÉ CINCO VETORES.
QUANDO NECESSÁRIO, UM NOVO NÍVEL.
E NOVAMENTE ATÉ CINCO.
7 PORTOS — CARTA TÉCNICA E OPERACIONAL Crescer por dentro. Permanecer simples por fora.